[Games] Steam Store – shut up and take my money!

Video games. Um lado meu que ainda não apareceu aqui no blog e é um assunto que eu gostaria de ter mais tempo para desenvolver, mas essa vida de doutoranda/namorida/mãe de coelhos/dona de casa/marombeira/corredora-wannabe consome todo o meu tempo e energia. E ainda mais morando na Zoropa, quero mais é viajar e explorar o velho mundo.

O que poucos sabem, eu entrei na Computação porque sempre fui apaixonada por jogos de videogame. Comecei cedinho, com meus tenros 5 anos, jogando The Goonies no MSX do meu irmão. Foi na Computação também que eu descobri que não tinha talento algum pra Inteligência Artificial e pra Computação Gráfica. Acabei indo pra área dos caras de terninho e que desenham caixinhas e ligam elas com flechinhas.

The Goonies, de 1986. Fonte: http://http://gamesdbase.com/

The Goonies, de 1986. Fonte: http://gamesdbase.com/

Meus gêneros favoritos são simulação, RPG (prefiro os ocidentais), estratégia, adventure e hack-n-slash. Sou muito ruim pra poder jogar online, mas eu juro que eu me esforço. Geralmente não termino os jogos que começo, por falta de tempo ou talento. Acaba que eu fico muito tempo sem jogar e acabo esquecendo como funciona o mecanismo do jogo e quando eu vejo, eu estou numa fase avançada demais para reaprender a jogar e aí eu desisto. Shame on me. No momento luto fortemente para conseguir terminar The Walking Dead Season 1 (PC) e The Last of Us (PS3), sendo que o último eu só vou conseguir terminar quando o meu amigo me emprestar o jogo de novo. Da safra mais moderninha de console, gosto muito de Red Dead Redemption, mas nesse eu perco mais tempo jogando Poker do que fazendo as missões. Quando eu estou fula da vida, rola um Battlefield só pra eu morrer umas 20 vezes e deixar ele na geladeira por mais alguns meses.

Mas não é disso que quero falar hoje. Haverão mais posts e mais oportunidades de falar desses jogos. Hoje eu quero conversar sobre a plataforma de jogos Steam (http://store.steampowered.com/), da Valve Corporation (bless Gabe Newell). Na verdade, ela é mais do que só um servidor que armazena jogos na nuvem. Ela é uma plataforma que gerencia distribuição digital de jogos, jogos multiplayer e também funciona como tipo uma rede social entre jogadores. A grande sacada da Steam é a super extensa variedade de jogos que é suportada por ela, disponibilizar os seus jogos pra download 24/7, poder ter seus saves sempre atualizadinhos e armazenados no servidor (adeus, frustração de save perdido), a gamificação dos jogos e da plataforma em si, e as promoções. Pra quem não sabe, a Steam sempre oferece vários jogos com desconto. São 10%, 15%, 20%, chegando às vezes a 75% de desconto. Em algumas épocas, como o Natal ou o Halloween, eles colocam diversos jogos (muitos deles mainstream) com descontos absurdos e é aí que todo mundo fica pobrinho. E é nessa que você começa a acumular jogos. São tantos jogos a verdadeiras merrecas que você fica com pena de não comprar. Aquele jogo legal que está com uma nota bem boa no metacritic e que você até pensou em comprar está pela merreca de 5 dinheiros. E tem aquele outro lá! Também por 4 merrequinhas. E assim, quando você vê, você não tem mais 5 ou 6 jogos na sua biblioteca. Você tem 273. Sim, este é o número atual de jogos que tenho na minha biblioteca. Quantos desse eu realmente jogo? 10? 15?

steam-o-meter

A plataforma oferece várias funcionalidades, dentre elas o Steam Workshop, onde é possível que usuários criem mods pros jogos, o Steam Greenlight, uma ótima oportunidade para desenvolvedores de games indies que querem um distribuidor pros seus jogos, e agora o Family Sharing, onde você adiciona usuários como sendo da sua família e eles podem jogar os jogos que você tem e vice-versa.

Meu perifl no Steam - username: cchiao

Meu perifl no Steam – username: cchiao

 

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Porto (un)Happy

Ontem, dia 26 de março de 2014, foi comemorado o 242° aniversário de Porto Alegre.

Pra quem não sabe, sou natural de lá, e é a cidade do meu coração.

Aproveitando isso, um grupo de estudantes resolveu fazer um vídeo muito bem humorado e criativo para alertar dos problemas da cidade, dançando ao som de “Happy” do Pharrell Williams – aliás, ô música pra colar na cabeça. A cidade, assim como o resto do Brasil, está passando por uma série de reformas para entrar nos padrões de “qualidade” da FIFA para a Copa do Mundo. Só que obviamente essas reformas não vão ficar prontas até lá. Além disso, tem várias outras cagadas da prefeitura, como mandar cortar as árvores porque “ninguém estava usando”. Poxa, PoA sempre foi uma das cidades mais arborizadas do Brasil!

Estive por lá no final de outubro do ano passado, e mesmo só passando 3 semenas, deu para notar como a cidade anda mais caótica por causa dessas inúmeras obras.

#mudaPOA